Sobre perguntar

Laura Monte Serrat Barbosa

Há alguns dias, fui convidada para participar de um Talk Show,cujo tema era A Pergunta Que Não Quer Calar. Precisava falar um pouco sobre o papel da pergunta no processo de aprender, e muitas coisas vieram-me à mente! Lembrei-me de distintas abordagens: de Sócrates, de Leonardo Da Vinci, de Paulo Freire, de Alicia Fernández, de Jorge Visca, de nossos estudos sobre a operatividade, fundamentados na Psicologia Social de Pichon-Rivière, e de outras vivências que temos desenvolvido na Síntese – Centro de Estudos da Aprendizagem, com Grupos de Atendimento Psicopedagógico, nos quais as perguntas são o destaque.

Como sintetizar tudo isso? Como falar sobre a pergunta sem fazer perguntas? A pergunta, certamente, desequilibra, faz pensar sobre algo além do que já existe, do que já foi pensado; pode instigar, provocar, modificar o curso de um pensamento, de um argumento; pode assustar, mas pode abrir portas para o conhecimento.

Sócrates usava perguntas como elemento central de seu método – a Maiêutica. Atualmente, essa é uma estratégia a ser redescoberta, pois as perguntas deflagram o processo de aprendizagem; desequilibram e estimulam a investigação; desenvolvem capacidade intelectual importante; e confirmam que a melhor forma de ensinar a perguntar é perguntando.

Lembrei-me, então, das Cem Perguntas, de Pablo Neruda, e decidi selecionar, naquele momento, algumas delas para ilustrar as sensações e as reações que uma pergunta pode causar, por meio de uma vivência.

Como se chama a tristeza de uma ovelha solitária?

Quem acorda o Sol quando dorme em sua cama abrasadora?

Além de tantas outras, como: Como se chama uma flor que voa de pássaro em pássaro? Que distância em metros redondos há entre o Sol e as laranjas? Quem gritou de alegria quando nasceu a cor azul? Sofre mais o que espera sempre ou o que nunca esperou ninguém? Como se chama este coquetel que mescla vodca com relâmpagos? Que coisa irrita os vulcões que cospem fogo, frio e fúria? Se todos os rios são doces, de onde o mar tira tanto sal? Quantos anos tem o mês de novembro? Se as moscas fabricarem mel, ofendem as abelhas? Será a vida um peixe preparado para ser pássaro? De que cor é o cheiro do pranto azul das violetas?

Então, a plateia pegou fogo! Todos queriam responder às perguntas retiradas do jogo Encontro com Pablo Neruda*. (A tradução das perguntas e a releitura das aquarelas foram feitas por mim.)

Também me lembrei de meu pai e das charadas que ele fazia nas longas viagens de Kombi; encerro esse texto com uma delas: O que é? O que é? A letra que não tem som (2 sílabas) e o final do espanto (2 sílabas) enfeitam os caminhos.

* Disponível em: www.martybrito.cl.

O brincar e a natureza

Arlete Zagonel Serafini

            Em tempos de intenso avanço e uso da tecnologia, de cidades com espaços predominantemente urbanos, nos colocamos a refletir sobre o brincar das crianças e os benefícios de estar ao ar livre, na natureza, e eis que surge uma pergunta: brincar com e na natureza, traz benefícios para o desenvolvimento das crianças?

            Se pensarmos em gerações passadas, fazendo um recorte para o século XX, vemos que a maioria das crianças brincavam livremente em grandes quintais, chácaras, fazendas ou simplesmente na mata. Nestes ambientes, tinham oportunidade de subir em árvores, comer frutas da estação, ver plantas e bichos  crescerem, nadar em rios e pescar, brincar com objetos da natureza ( folhas, gravetos…), perceber o ciclo das estações, sentir o vento, observar o sol, as estrelas, descobrir centenas de insetos, analisar pegadas de animais, e muitas outras coisas que estes espaços proporcionavam. Ali, as crianças podiam imaginar, criar, observar, sentir e viver cada experiência internalizada em si.

            Através de estudos científico , sabemos quanto o ambiente natural contribui para o desenvolvimento mental, físico,  emocional e relacional das crianças. O brincar, neste ambiente, abre caminhos para a imaginação, a criatividade, pois proporciona a entrada no simbólico.  Pela imaginação está sempre desconstruindo as formas do mundo para ser reconstruído novamente através da criatividade. É por este movimento do brincar que a criança rompe com a cultura e vai reordenando e  incorporando o mundo. Portanto, as nossas ofertas no espaço do brincar, precisam ser muito bem refletidas. O brincar com e na natureza, oferece  um ambiente integrador e estimulante para a criança porque é nela que se encontra todas as matérias do mundo natural.  Brincar nestes ambientes, colabora, também, para o desenvolvimento do seu equilíbrio, agilidade, atenção, concentração, cooperação, respeito, construção da noção de tempo e espaço, entre outros.

            Atualmente, há estudos nos mostrando uma relação direta com problemas na infância relacionados à obesidade pelo sedentarismo, miopia pelo uso em excesso de eletrônico , hiperatividade, desatenção, ansiedade, depressão, transtornos de sono e outros. Estar predominantemente em espaços urbanos limitados, ambientes fechados com pouco sol e verde, falta de liberdade para criar, podem colaborar para estes sintomas frequentemente observado nas crianças. Portanto, é necessário oportunizar o uso de jardins, praias, parques, florestas pois, segundo estudiosos no assunto, a natureza é curativa. 

             Respondendo, então, a pergunta que nos levou a esta reflexão, há realmente verdadeiros benefícios do brincar e do aprender da criança com e na natureza?  Concordo com Gandhi Piorski,  “a criança  vai brincando a vida”.

Aprender A Aprender

Vera Lucia Germano Sicuro

A família é a primeira instituição na qual a criança aprende sobre si, sobre o mundo e o seu lugar nele e também sobre os afetos entre as pessoas que a compõem. Este grupo tem valores e normas estabelecidos os quais dão a seus membros a condição de pertencimento. Frequentemente os grupos familiares tentam afastar ou esconder, por meio de vários mecanismos, comportamentos e fatos que não estejam de acordo com o ideal de família que mantêm para si e para os outros, pois é difícil lidar com o que foge à regra, com o imprevisto ou o diferente.

Em cada família a vinda de um bebê é cercada de expectativas, quanto as características físicas, comportamentais, entre outros aspectos relativos ao próprio bebê, e dos pais em relação a seus papéis após o nascimento. Estas expectativas nem sempre se concretizam, havendo necessidade de a família superar a frustração e aprender a lidar com a realidade para acontecer o que chamamos de legitimação do filho.

Ao falar sobre isso, faço referência ao processo de inclusão, tão falado e valorizado atualmente e me pergunto se as famílias estão conseguindo realizá-lo com seus próprios membros. Será que existe coerência entre o discurso e a prática na vivência familiar?

Fazem parte das tarefas em relação às crianças a proteção e o cuidado, pois nenhuma criança deve ficar à deriva. Acredito que neste tempo de rápidas e intensas mudanças, uma das formas de cuidar e proteger os filhos é auxiliá-los a aprender a aprender, que segundo BARBOSA (2006), em seu livro A Psicopedagogia e o momento de aprender, é aprender a pensar, a construir conhecimento a partir dos conhecimentos já construídos; a usar a aprendizagem como uma ferramenta para outras aprendizagens; a aprender de forma dinâmica, para poder aprender outras coisas que acontecerão na vida futura. Para ela, aprender a aprender é instrumentar-se, mas sem esquecer que, embora a aprendizagem aconteça dentro de cada aprendiz, ela é possibilitada na interação deste aprendiz como o mundo no qual está inserido, e com o conhecimento já estruturado.

A revolução de costumes na metade do século XX acarretou uma série de mudanças na estrutura familiar e muitos questionamentos quanto à educação das crianças. Antes, teríamos segurança em afirmar que os papéis estavam muito bem definidos. Imperava, via de regra, um modelo patriarcal, onde o pai era o provedor, trabalhava e supria as necessidades materiais da família; a mãe era a encarregada da educação dos filhos, de fazer circular o afeto e de realizar as tarefas da casa ou providenciar que o fossem; aos filhos cabia obedecer, tinham pouca voz ativa. Havia muito pouco questionamento deste modelo, apesar de que nem sempre as coisas funcionavam da maneira esperada.

Com frequência, na família, outros parentes estavam próximos: avós, tios e outros que além de servirem de modelo, muitas vezes contribuíam diretamente na educação das crianças.

Atualmente temos inúmeros modelos familiares, as famílias reconstruídas, as monoparentais, as homossexuais, as adotivas, só para citar alguns. A divisão de papéis e funções depende de muitas variáveis, desde características pessoais a disponibilidade de tempo, entre outras. A convivência com as famílias de origem nem sempre é possível, e a rede de apoio muitas vezes é feita por amigos, vindos de famílias com crenças e valores diferentes. Cada vez mais, existe a necessidade de revisão dos sistemas de crenças familiares no que se refere a escolhas e adaptações.

As mudanças e os questionamentos trouxeram algumas certezas e geraram muita insegurança. Se por um lado os pais sabem que não querem mais a distancia anterior entre pais e filhos, por outro correm o risco de serem amigos ao invés de pais amigos. Não querem mais a rigidez das regras e nem os castigos físicos, mas percebem como é difícil “flexibilizar” sem ser permissivo demais, sem supervalorizar o prazer imediato; estabelecer diálogo sem perder a hierarquia, conversar para esclarecer e trocar ideias e não somente para punir.

Nesta tentativa de criar um novo modelo educacional, os pais muitas vezes abrem mão de seu papel de educadores. Deixam de colocar limites, de ajudar seus filhos a aprender a lidar com a frustração, mola propulsora para buscar novas soluções; se antecipam a suprir todos os desejos de seus filhos, esquecendo de ajuda-los a sentir a falta para poderem ter desejos e irem à busca; a pensar sob outros pontos de vista; a respeitar as diferenças, os limites e o tempo do outro e muitas vezes o seu próprio, características necessárias para a socialização, a cooperação e o desenvolvimento da ética. Vivemos em um tempo em que o compromisso com o sucesso é tão grande que muitas vezes não se tenta o novo para não correr o risco de errar e os pais se esquecem de ensinar que é por meio do enfrentamento do erro e do reconhecimento do não saber que se promove a aprendizagem e a segurança da potência. Parece que vivemos no tempo do instantâneo, sem tempo para esperar, refletir sobre o que ensinar aos filhos, como o fazer e que resultados estão sendo obtidos. Mas educar é um processo contínuo que envolve investimento de tempo, energia e afeto, no qual se ensina e se aprende a todo o momento. 

MAIS UM OLHAR SOBRE A PATERNIDADE

Virginia Alice C. R. Fernandes de Oliveira

“Vossos filhos não são vossos filhos. São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma. Vêm através de vós, mas não de vós e, embora vivam convosco, não vos pertencem. Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos, porque eles têm seus próprios pensamentos. Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas, pois suas almas moram na mansão do amanhã, que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho. Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós, porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados. Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas. O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força, para que suas flechas projetem-se, rápidas e para longe. Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria. Assim como ele ama a flecha que voa, ama também o arco que permanece estável.” (Khalil Gibran)

O convite é para uma revisita a esse poema tão antigo e tão conhecido. Ele faz com que nos sintamos ambivalentes, em alguns momentos, confusos, impotentes e até onipotentes em outros; porém, nossa busca é tornar nossos filhos potentes e vivenciar neles nossa potência.

Essa analogia faz pais e filhos tão próximos e tão distantes; são vidas que se necessitam e complementam-se, mas que só cumprem seus objetivos quando separadas, numa distância tal que permita a cada qual ser um humano inteiro, cuja convivência é fruto do acolhimento vivido.

Como contribuir para que esse arco cumpra sua missão? Como alegrar-se nesse distanciamento? Quais

são os movimentos e as ações que resultam nesse acolhimento? Como agir na diferenciação sem abandonar? Como construir afetos que aproximem os corações?

Uma relação de pais e filhos vem para promover ensinamentos e aprendizagens recíprocos. O pai completa-se no filho; o filho completa-se no pai.

Os pais vieram primeiro para ensinar; os filhos, depois, para aprender com eles. Assim, gradativamente, os pais vão percebendo que aprendem com os filhos, e os filhos vão percebendo que ensinam os pais.

Uma das ricas ferramentas para que isso aconteça é a observação. Olhar com cuidado e com atenção para o filho quando ele brinca, quando ele come, quando ele conversa, quando ele dorme, quando ele age com os pais e com os outros é um caminho eficiente para conhecê-lo, para entender em que momento ele está. Então, é possível ser: o instrumentador que lhe entrega a ferramenta necessária no momento; o maestro que rege a construção conjunta da harmonia; o professor que guia e apoia suas descobertas; o juiz que lhe apresenta as leis e a importância de cumpri-las.

Pais são margens de rio, as quais permitem que o rio se faça rio, que acompanham seu percurso, que permitem a ele adequar-se à natureza.

Pais medem a distância para não abandonar o filho que aprende; seguram na sua mão para que o tombo, se necessário, permita a construção da segurança e da confiança, para que seja possível arriscar e, assim, arrojar e aprender.

 À medida que isso acontece, o pai aprende, salvando laçadas perdidas no processo de tecer sua vida. Então, junto com os filhos, com sofrimentos e alegrias, com buscas e descobertas, com erros e acertos, com desajustes e ajustes, partilham as malhas da rede que é a vida.

 À medida que isso acontece, o pai aprende, salvando laçadas perdidas no processo de tecer sua vida. Então, junto com os filhos, com sofrimentos e alegrias, com buscas e descobertas, com erros e acertos, com desajustes e ajustes, partilham as malhas da rede que é a vida.

A PRESENÇA DA ARTE NO ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO

Laura Monte Serrat Barbosa

Arte pode ser definida como habilidade, como elemento aculturador, como veículo de cunho político e social, como aquela que denuncia e anuncia a mudança, como dom, como elemento que assume e revela as características do momento histórico; como forma de expressão de sentimentos, ideias, reflexões, crenças…

Diante de tantos enfoques sobre o que seja a Arte, ousarei articular alguns deles e construir o meu olhar a este respeito:

Arte é uma manifestação humana, que vem se desenvolvendo no percurso histórico e que representa e expressa pensamentos, ideias, sentimentos, posições, ao mesmo tempo em que denuncia questões sociais, humanas, ambientais e outras; e anuncia o caminho da transformação.

Para nós, eternos aprendizes, a presença da arte é fundamental, pois por meio dela podemos nos apropriar da construção de conhecimentos ao longo da história da humanidade, podemos nos encontrar conosco, com nossas origens, podemos refinar nosso olhar, nossa escuta e apurar a capacidade crítica, podemos interagir com outras culturas, podemos pensar/sentir, sentir/ pensar; expressar por meio de narrativas, de gestos, de imagens, de melodias… Focando/desfocando, totalizando/recortando, montando/desmontando, construindo/desconstruindo, enfim vivendo intensamente nossa capacidade de criar olhares, saberes, fazeres e sensibilidade ativa que nos encaminhe para a melhoria de nossas vidas, do ambiente e dos nossos convivas.

Como estamos precisando, neste momento histórico, da Arte!

Neste sentido a arte é ferramenta, é instrumento para o processo de conhecer, de aprender mais e melhor, para agir no mundo.

As crianças que recebo têm chegado muito racionais, ou muito fantasiosas, com dificuldades de aprender e com dificuldades de perceber o seu entorno, de observar, de escutar, de pensar e de fazer. Ansiosas, algumas esperam, embora, sem desejar, uma enxurrada de letras e números e um passo de mágica para que rapidamente saibam aquilo que não estão conseguindo aprender nos espaços de aprendizagem formal.

Estranham quando lhes apresento obras de arte, livros de arte, possibilidades de expressão artística. Um dia uma delas me disse: “Mas minha mãe disse que eu vim aqui para aprender a ler e escrever e você não está respeitando isso”. Ao que lhe respondi: “Ler e escrever não são ações separadas do mundo, representam uma forma de conhecer e expressar coisas do mundo e por isso precisamos olhá-lo de diferentes formas; pegar no mundo de distintas maneiras, viver as situações intensamente para podermos ter o que escrever e aproveitar, de verdade, o que lemos.

Aprender a ler a arte e a expressar-se por meio dela é uma forma de desenvolver percepção, discriminação, atenção, sensibilidade, preocupação, cuidado, originalidade, e muitas outras habilidades e competências das quais necessitamos para aprender um dos mais importantes instrumentos simbólicos de algumas culturas – a linguagem escrita.

Aprender a ler a arte e a expressar-se por meio dela é uma forma de desenvolver percepção, discriminação, atenção, sensibilidade, preocupação, cuidado, originalidade, e muitas outras habilidades e competências das quais necessitamos para aprender um dos mais importantes instrumentos simbólicos de algumas culturas – a linguagem escrita.

Brincar em Transformação

No dia 20 de setembro de 2019, realizamos a nossa já tradicional Ciranda de Educadores, com o tema “Brincar em Transformação” comemorando: os 30 anos da equipe de profissionais da Síntese; lançamento do novo site e os 20 anos de realização da Ciranda de Educadores.

A Ciranda cirandou!

Uni duni tê…

A mene mene mu a besta é tu!

Lá em cima do piano tem um copo de veneno…

Bola de fogo, roda geral…

E tantas outras brincadeiras para escolher quem ia brincar, com o quê e como…

Brincar em transformação – da ampulheta ao cronômetro digital…

Brincar é transformação! Transformar objetos, pessoas, relações.

Brincar é a possibilidade de criar… É um fenômeno característico dos mamíferos… É compartilhar ideias e ações, é construir-se e é a possibilidade de simbolizar e continuar brincando na vida!

E a Ciranda cirandou…

Cirandou trazendo alegria, partilhando e compilando saberes.

Cirandou propondo a possibilidade de transformar, nós em laços e laços em nós que dão segurança.

Cirandou propondo o simples, o singelo. Promovendo e validando o complexo do latim complexus que quer dizer cercar, abarcar, compreender.

Cirandou trazendo reflexão, novas possibilidades para dividir os saberes, diminuir as distâncias, somar as descobertas e multiplicar a humanização.

Cirandou para trazer esperanças, vivenciar a coexistência e construir a paz.

RENOVAÇÃO

Queremos inaugurar o nosso blog contando-lhes sobre a nossa experiência de aprendizagem no processo de renovação do site da Síntese – Centro de Estudos da Aprendizagem.

As redes sociais têm sido utilizadas para a divulgação de ideias, imagens, opiniões…  Consideramos importante a nossa participação em virtude dos anos de estudos, docência, pesquisas e experiência da nossa equipe. Contudo, a preocupação que permeou todo o processo foi a de ser fiel aos nossos princípios de humanização e a não patologização dos momentos de obstáculos que cada aprendiz pode apresentar no seu processo de aprendizagem que para nós é contínuo, dinâmico e interdependente de aspectos relacionais complexos. 

Ao chegarmos ao resultado apresentado estamos satisfeitas com as escolhas realizadas que revelam conteúdo, cuidado e amorosidade. 

Foi um processo de aprendizagem de novas linguagens ao longo de cinco meses, mediado por nosso consultor- Vanildo Silva Oliveira a quem aqui deixamos registrada a nossa gratidão!

Agradecemos aos jovens profissionais que nos assessoraram e nos trouxeram o frescor que a juventude imprime naquilo que faz. Nos encantaram e também nos ensinaram! 

O nosso reconhecimento ao Tiago Faller (Web Developer); à Thais Schilipack (Designer); à Gabriela Salazar (Graphic Design) e à Fabiana Bassetti (Fotógrafa). 

Aprendemos muito na convivência com vocês! Obrigado! 

Converse com a gente!