Nossas Premissas

Todas as pessoas merecem ser vistas na sua totalidade e nas suas especificidades.

O movimento do olhar e o fazer terapêutico precisam combinar dois movimentos: o de ampliar e o de focar.

Todo caso deve ser estudado e trabalhado tendo em vista a história do sujeito em questão e o momento atual de sua vida.

O trabalho deve considerar a pessoa e seu contexto.


As pessoas que apresentam dificuldades muitas vezes expressam sintomas que não são somente seus, mas também do grupo do qual fazem parte;
dificuldades e conflitos servem para serem enfrentados e administrados e possibilitam crescimento.

Partir das facilidades da pessoa pode ser uma forma de fortalecê-la para lidar com as dificuldades e encará-las como parte do processo de aprender.

Muitas vezes o contexto mantêm pessoas no lugar do não saber, sem ter total consciência deste movimento.

Quando o saber e o não saber circulam em um grupo, o crescimento de todos é mais provável.

Quando não há circulação de valências positivas e negativas em um grupo temos papéis cristalizados, imodificáveis e muitas vezes obstaculizadores;

A tomada de consciência por parte do aprendiz dá a ele a possibilidade de gerenciar a própria mudança.